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Tive uma crise essa semana. Não foi daquelas existenciais, sabe? Foi daquelas que em uma hora você tá deitado na cama ouvindo uma playlist no modo aleatório e aí, do nada você já tá pensando demais. No meu caso eu estava ouvindo uma música da Maria Gadú, e por causa dessa música eu comecei a pensar no quão rápido a vida passa por nós. Em um dia estamos viajando ou curtindo um feriado com alguém, e no outro essa pessoa simplesmente já não está mais ao alcance dos nossos olhos.
Esse ano, mais precisamente daqui a alguns dias, faço dezoito anos; e daqui a poucos meses vou me formar. Quando eu penso nisso, logo lembro-me de como a vida da minha avó passou diante dos meus olhos e por isso ela não pode mais estar presente nesses eventos. Também penso em como as pessoas ao meu redor cresceram e eu nunca nem se quer havia parado para prestar atenção, como é o caso da minha prima que está nessas fotos: ela é três anos mais nova que eu e eu sempre estive presente na vida dela acompanhando tudo. Quando éramos crianças nós brigávamos muito, por tudo. Mas o tempo foi passando e as brigas diminuíram, tanto que ela até topou ser fotografada pra esse post.
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O tempo passa muito rápido para todos, sem nenhuma exceção. E a gente muitas vezes nem vê, né? As 24h raramente são o bastante para que façamos o que precisamos e o que queremos fazer. Só vivemos no automático e quando nos damos conta nossos primos caçulas já cresceram, nossos avós já se foram... E nós? Bom, estamos por aí nos preocupando demais com coisas secundárias e vivendo de menos as coisas primárias na esperança de que o amanhã seja melhor que o hoje.
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